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	<title>Arquivos Publicações - Psicóloga em Piracicaba (SP)</title>
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	<description>Psicóloga em Piracicaba (SP) - Atendimento de crianças, adolescentes e adultos.</description>
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	<title>Arquivos Publicações - Psicóloga em Piracicaba (SP)</title>
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		<title>Luto e melancolia</title>
		<link>https://nina.psc.br/luto-e-melancolia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fazendo uma comparação entre esses dois estados (Luto e Melancolia) podemos dizer que o Luto é referente a uma perda (morte ou perda mais abstrata como ideais, da pátria, separações, etc). Neste estado a pessoa apresenta-se com DOR, tristeza, desinteresse pelo mundo externo. Mas o melhor remédio para o estado<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/luto-e-melancolia/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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<p>Fazendo uma comparação entre esses dois estados (Luto e Melancolia) podemos dizer que o Luto é referente a uma perda (morte ou perda mais abstrata como ideais, da pátria, separações, etc). Neste estado a pessoa apresenta-se com DOR, tristeza, desinteresse pelo mundo externo. Mas o melhor remédio para o estado de luto é o tempo. Não é recomendado nenhum tipo de tratamento, além do psicológico.</p>



<p>A melancolia apresenta os mesmos traços que o luto, mas há uma coisa que não se encontra no luto a baixa autoestima.</p>



<p>No Luto é o mundo externo que fica empobrecido, enquanto que na Melancolia é o Ego que fica empobrecido. Portanto nem todo luto condiz à Melancolia.</p>



<p>Quando Freud diz em seu texto Luto e Melancolia “aí a sombra do objeto cai sobre o Ego”, quer dizer que uma parte do Ego se transformou, ele está identificado com o objeto morto/perdido, há um conflito intrapsíquico.</p>
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		<title>Ressentimento</title>
		<link>https://nina.psc.br/ressentimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ressentimento não é um conceito da Psicanálise, ele é uma categoria do senso comum, a incapacidade de perdoar algo que lhe faz muito mal. Não é que a pessoa não consegue esquecer, ela não quer esquecer, perdoar,ela não deseja por mais que afirme que sim. O ressentimento pode se<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/ressentimento/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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<p>O ressentimento não é um conceito da Psicanálise, ele é uma categoria do senso comum, a incapacidade de perdoar algo que lhe faz muito mal.</p>



<p>Não é que a pessoa não consegue esquecer, ela não quer esquecer, perdoar,ela não deseja por mais que afirme que sim.</p>



<p>O ressentimento pode se caracterizar como um aglutinado de sentimentos que ao se juntarem acabam formando um só.</p>



<p>A pessoa ressentida estabelece uma dependência infantil de outra pessoa, uma proteção da solidão, desemprego, doença, que remetem a um desejo de proteção infantil. Ela delega ao outro a capacidade de fazê-la feliz e cuidar dela e muitas vezes essa proteção não acontece, isso não importa, o que importa é o vínculo e que ela não se sinta desamparada. O ressentido remoe, não fala e assim essa magoa e raiva se volta para ele, como agressividade da própria pessoa.</p>



<p>Para o ressentido, sonhos e desejos de vingança não são ditos e esta vingança não acontecerá e esse ódio reforça ainda mais o ressentimento. A pessoa não escolhe conscientemente ser assim, a sua historia de vida ou experiências anteriores podem influenciar bastante nesse processo.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Às vezes se estabelece um pacto de dependência que pode se tangenciar a um masoquismo. Ex: “Faço o que quiser, mas não me deixe desamparada”.<br>Ex: Deposita todos os desejos e desamparos no outro e o outro não corresponde e então a pessoa fica ressentida e se vitimiza.</li><li>O ressentimento acusa o outro, mas não é dito (o ressentido é um covarde moral, é incapaz de reagir).</li><li>Guardar raiva, mágoa é complicado. Ex: “Vou tentar aguentar”; “Ruim com ele, pior sem ele”.</li></ol>



<p>Não tem desejo maior no ser humano do que o de submissão, o que queremos é que cuidem de nós e que arquem com as coisas que acontecem com a gente.</p>



<p>Se todo esse ressentimento fosse colocado para fora não precisaria alimentar o ressentimento e é aí que entra o tratamento psicanalítico.</p>
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		<title>Depressão pós parto</title>
		<link>https://nina.psc.br/depressao-pos-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Depressao]]></category>
		<category><![CDATA[pós parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas mulheres relatam alguma perturbação emocional ou disfunção cognitiva no período do pós-parto. Muitas experimentam tristeza pós-parto, um estado normal de abatimento, disforia, choro frequente e dependência exagerada. Tais sentimentos podem durar alguns dias, e são atribuídos a rígida alteração dos níveis hormonais da mulher, ao estresse do parto e<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/depressao-pos-parto/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas mulheres relatam alguma perturbação emocional ou disfunção cognitiva no período do pós-parto. Muitas experimentam tristeza pós-parto, um estado normal de abatimento, disforia, choro frequente e dependência exagerada.</p>



<p>Tais sentimentos podem durar alguns dias, e são atribuídos a rígida alteração dos níveis hormonais da mulher, ao estresse do parto e a consciência de maior responsabilidade pelo fato de ser mãe.</p>



<p>Há casos em que a mulher apresenta uma depressão pós-parto caracterizada por sentimentos depressivos e ideação suicida. Em casos mais severos a depressão alcançará proporções psicóticas com alucinações, delírios e ideias de infanticídio.</p>
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		<item>
		<title>Agressividade</title>
		<link>https://nina.psc.br/agressividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Psicanálise mostra que todos temos dentro de nós uma cota de agressividade, da qual precisamos abrir mão para estarmos inseridos no convívio social. Pessoas que não têm esse domínio podem cometer atos agressivos e serem rotuladas de monstros, aberrações ou qualquer adjetivo pejorativo dessa ordem. Quando punimos essas pessoas<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/agressividade/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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<p>A Psicanálise mostra que todos temos dentro de nós uma cota de agressividade, da qual precisamos abrir mão para estarmos inseridos no convívio social.</p>



<p>Pessoas que não têm esse domínio podem cometer atos agressivos e serem rotuladas de monstros, aberrações ou qualquer adjetivo pejorativo dessa ordem.</p>



<p>Quando punimos essas pessoas também com agressividade é como se quiséssemos negar nossos impulsos, punindo a nós mesmos.</p>



<p>É comum ouvir comentários sobre alguém considerado de boa índole, e que se transformou, tornando-se agressivo depois de se inserir em determinado grupo.</p>



<p>Ele pode sim estar sendo agressivo, mas não se transformou. Freud diz que por “contaminação” os impulsos que estariam contidos acabam sendo liberados quando estamos em grupo, fazendo com que não reflitamos sobre nossos atos.</p>
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		<title>E o pai? Atendimento clínico na abordagem psicanalítica de uma criança que desconhece a figura paterna</title>
		<link>https://nina.psc.br/e-o-pai-atendimento-clinico-na-abordagem-psicanalitica-de-uma-crianca-que-desconhece-a-figura-paterna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Segundo Dolto, o pai tem um grande significado na vida de uma criança, e seu nome não está limitado à sua presença e sim ao fato da mãe referir-se a ele. Tudo aquilo que é sentido pela criança em relação ao pai é fruto do imaginário da mãe, ou<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/e-o-pai-atendimento-clinico-na-abordagem-psicanalitica-de-uma-crianca-que-desconhece-a-figura-paterna/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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<p><strong>Introdução</strong></p>



<p>Segundo Dolto, o pai tem um grande significado na vida de uma criança, e seu nome não está limitado à sua presença e sim ao fato da mãe referir-se a ele. Tudo aquilo que é sentido pela criança em relação ao pai é fruto do imaginário da mãe, ou seja, tudo o que se transmitiu a ela, como sonoridades tristes ou alegres da voz, quando se fala do pai. Mesmo que a criança não carregue o sobrenome paterno, ela sempre será a resposta de um pai ao desejo de uma mãe.</p>



<p><strong>Objetivo:</strong>&nbsp;Este trabalho teve como objetivo proporcionar um espaço de escuta ao cliente, de forma que ele pudesse expressar sua busca por seu pai, através da fala e do brincar. Foram utilizadas observações, interpretações, intervenções e análise de caso embasadas no método psicanalítico, que capta aspectos do inconsciente e trazem ao consciente.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>Ocorreram duas entrevistas com a mãe para compreender o motivo da consulta como para coletar dados do cliente e horas de jogo com a criança para o diagnóstico, seguidos pela devolutiva para ambos, realizadas no consultório de psicologia. O cliente, que é do sexo masculino, tem quatro anos de idade, sua queixa refere-se ao pai desconhecido e o material utilizado foi uma caixa lúdica.</p>



<p>O processo terapêutico constituiu-se de sessões semanais e individuais. Durante as sessões foi analisada a linguagem verbal e pré-verbal, através do lúdico. A escuta e as intervenções analíticas utilizadas foram psicanalíticas.</p>



<p><strong>RESULTADOS E DISCUSSÃO</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>O cliente mostrou-se participativo e receptivo durante as sessões.</li><li>Demonstrou conhecer símbolos , animais e ter facilidade em articular as palavras.</li><li>Buscou a aprovação da psicóloga querendo sempre presenteá-la para que esta o aceitasse e gostasse dele.</li><li>A criança em questão através do seu brincar despe a figura masculina que diz ser o pai. O pai com o qual busca entrar em contato, desvelando o mistério que este lhe é.</li><li>O auxiliou para que este pudesse lidar melhor com aspectos do seu mundo interno o qual envolve fatos do contexto familiar.</li><li>Mãe interdita qualquer tipo de vínculo da criança com o pai.</li></ul>



<p><strong>RESULTADOS E DISCUSSÃO</strong></p>



<p>A partir dos dados trazidos pelo cliente em sessões foi possível estabelecer uma aproximação do cliente com seu pai desconhecido através de seu brincar e fantasiar onde despiu o pai para descobri-lo e também através da fala pôde fornecer informações significativas ao tratamento. A psicoterapia possibilitou à criança entrar em contato com aspectos do seu mundo interno os quais envolve fatos do contexto familiar.<br><br>A história de vida do cliente o levou a sofrer algumas castrações e o papel da psicóloga foi ajudá-lo a simbolizar sua negação da realidade diante de seu pai. E sua escuta permitiu que a criança encontrasse novas energias e caminhos a seguir, reencontrando a si mesma e também o pai dentro dela.</p>



<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>DOLTO, F. Seminário de psicanálise de crianças 2. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1990. 156 p.<br>ABERASTURY, A.; SALAS E. J. A paternidade: um enfoque psicanalítico. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas. 1984. 96 p.</p>
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		<title>O que é transtorno de pânico?</title>
		<link>https://nina.psc.br/o-que-e-transtorno-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 02:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ataque de pânico consiste em um sentimento intenso de apreensão, tem um inicio “repentino” e está associado a uma grande variedade de sensações físicas perturbadoras. Essas sensações incluem dispneia, palpitações, dores no peito, sensação de asfixia, tontura, formigamento dos pés e das mãos, ondas de frio e de calor,<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/o-que-e-transtorno-de-panico/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um ataque de pânico consiste em um sentimento intenso de apreensão, tem um inicio “repentino” e está associado a uma grande variedade de sensações físicas perturbadoras. Essas sensações incluem dispneia, palpitações, dores no peito, sensação de asfixia, tontura, formigamento dos pés e das mãos, ondas de frio e de calor, sudorese, sensação de desmaio, tremores e sentimentos de irrealidade. A natureza inesperada e intensa dessas sensações frequentemente leva o individuo a acreditar que corre perigo de algum desastre físico ou mental como desmaio, ataque cardíaco, perda de controle ou enlouquecimento.</p>



<p><strong>Como ocorre?</strong><br>Na vida cotidiana há várias situações objetivamente perigosas. Nessas situações, as percepções que os indivíduos têm são geralmente avaliações realistas do que constitui a ameaça.<br>Entretanto, quando a ameaça é percebida de forma errônea, as respostas são inadequadas á situação. Por ex: mãos trêmulas podem ser interpretadas como indício de uma perda de controle, provocando mais ansiedade e tremor; um coração que bate acelerado pode ser interpretado como sinal de ataque cardíaco.<br>Um amplo leque de estímulos podem provocar ataques. Esses estímulos podem ser externos como a situação em que o individuo experimentou anteriormente, um ataque de pânico, mas é mais comum que sejam internos como pensamentos ou imagens. Se estes estímulos são percebidos como uma ameaça o resultado é uma estado de apreensão. Este estado está associado a uma extensa variedade de sensações corporais. Se essas sensações induzidas pela ansiedade são interpretadas de maneira catastrófica, ocorre um aumento adicional de apreensão. Isso produz um aumento adicional das sensações corporais, e assim por diante, numa espiral viciosa que culmina em um ataque de pânico.</p>



<p><strong>O que mantém o ataque do pânico?</strong><br>Uma vez em que o indivíduo desenvolve uma tendência de interpretar de forma catastrófica as sensações corporais, dois processos contribuem para a manutenção desse transtorno. Primeiro, por temerem certas sensações os indivíduos se tornam excessivamente vigilantes, e examinam muito seus corpos. Este foco de atenção interno lhes permite perceber sensações das quais muitas pessoas não teriam conhecimento. Uma vez percebidas, essas sensações são interpretadas como evidência adicional da presença de algum distúrbio físico ou mental sério. Segundo, determinadas formas de evitação tendem a manter as interpretações negativas dos indivíduos. Por ex: um indivíduo que fixa-se na ideia de poder estar sofrendo de alguma doença cardíaca e então evita exercícios físicos sempre que nota palpitações, acreditando que a atitude o ajuda a evitar um ataque cardíaco. Entretanto, ele não sofre de nenhuma doença cardíaca, o efeito real da evitação é impedi-lo de constatar que os sintomas que está sentindo é algo inofensivo. Em vez disso, tal evitação tende a dar força para a interpretação negativa, pois dá indícios de que realmente o indivíduo teria sofrido um ataque cardíaco se não tivesse interrompido o que fazia mantendo dessa forma um ciclo de ansiedade. O transtorno de pânico é composto por vários ataques de pânico e estes são mantidos por estímulos externos e internos os quais provocam um ciclo vicioso de ansiedade e sofrimento. Porém a boa notícia é que é possível tratá-lo. E o psicólogo poderá auxiliar nesse processo, prevenindo futuros desconfortos.</p>
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		<title>Entendendo a técnica da Psicanálise</title>
		<link>https://nina.psc.br/entendendo-a-tecnica-da-psicanalise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 17:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lembrança da nossa história de vida não é uma linha contínua, ela é pontilhada e nela existem lacunas das quais não conseguimos lembrar. A técnica da Psicanálise ajuda o indivíduo a preencher essas lacunas para que a história faça sentido e traga um alívio à pessoa e se torne<a class="moretag" href="https://nina.psc.br/entendendo-a-tecnica-da-psicanalise/"> Leia mais&#8230;</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A lembrança da nossa história de vida não é uma linha contínua, ela é pontilhada e nela existem lacunas das quais não conseguimos lembrar.</p>



<p>A técnica da Psicanálise ajuda o indivíduo a preencher essas lacunas para que a história faça sentido e traga um alívio à pessoa e se torne mais linear. Trabalha-se a realidade psíquica.</p>



<p>O trabalho do psicólogo é semelhante ao trabalho do arqueólogo, pois este reconstrói uma estrutura óssea a partir dos fragmentos encontrados nas suas escavações. O psicanalista também procura algo que está escondido sob várias camadas de defesa para chegar ao conteúdo desejado.</p>



<p>Freud diz que a grande diferença é que o arqueólogo trabalha com um objeto que já está totalmente fragmentado, ele encontra pedaços que se complementam. Enquanto a Psicanálise trabalha com os objetos mais ou menos inteiros, suas associações e comportamentos que estão escondidos no nosso inconsciente.</p>



<p>Nesse exemplo o trabalho do arqueólogo é finalizado, quando o último fragmento é incorporado à estrutura. Para a Psicanálise o preenchimentos dessas lacunas é apenas um trabalho preliminar, a partir do qual se realizam outros trabalhos com aqueles que necessitam de ajuda.</p>



<p class="has-text-color has-medium-font-size has-accent-color"></p>
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